Como é a caixa do intrínsecos 001 – outubro/2018

O primeiro livro do intrínsecos precisava ser especial. Tinha que ter a cara da Intrínseca, dos nossos leitores, do nosso catálogo. Tinha que ser um livrão. Prender, entreter, surpreender. E, claro, precisávamos estar apaixonados pela história. Não foi difícil escolher Joël Dicker e seu O desaparecimento de Stephanie Mailer, recém-lançado na França, mas já fazendo enorme barulho — foram mais de trinta semanas no topo das listas de mais vendidos.

Dicker é o jovem escritor suíço que antes dos 30 já tinha publicado seu grande romance, A verdade sobre o caso Harry Quebert (lançado pela Intrínseca em 2014), e sido um dos finalistas do prestigioso prêmio Goncourt. Pouco depois disso ele veio nos visitar, convidado pela Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty. Arrasou nas mesas, nas entrevistas, nas fotos e nos drinques. Sim, Joël Dicker e O desaparecimento de Stephanie Mailer cumpriam todos os requisitos e mais: quem pegava no livro não conseguia parar de ler.

Dentro da primeira caixa do intrínsecos, junto do volumoso livro amarelo, cada item foi pensado em sintonia com a história criada por Dicker. Tudo faz sentido, tudo traz uma nova camada à narrativa que começa na hora em que você recebe a caixa e vai até depois do livro lido, quando todas as pontinhas da experiência que desenhamos para você estiverem devidamente amarradas.

Não pense que é simples. Descobrimos que escolher uma única cor para a capa é mais difícil que pautar uma arte inteira. Quais detalhes da edição seriam os preferidos dos leitores? O fitilho colorido, a textura da capa, o baixo relevo com a marca do clube… Queríamos todos. E a revista? Tem que orbitar no universo do livro sem ser monotemática, ter identidade, mas estar aberta a diferentes editores e colaboradores, precisa ser muito visual, inédita e interessante, mas jamais pretensiosa. Marcador? Brindes? Aí a lista de desejos fica quase infinita.

Evidências de um crime reunidas num saquinho lacrado pela polícia? Claro! Mas vamos precisar que a editora inteira se reúna numa linha de produção para juntar a tempo todos esses itens. Sim, fizemos isso. Sim, todos participaram. Porque são muitas ideias, muita paixão e muita vontade de colocar o melhor de todos nós, todo mês, dentro dessa caixinha. Não se assuste se um dia desses você abrir a sua e um de nós pularmos lá de dentro com um sorriso aberto.

13 comentários sobre “Como é a caixa do intrínsecos 001 – outubro/2018

  1. Eu sou assinante, mas só tomei conhecimento da caixa em outubro, quando já tinha lançado. Eu gostaria muito de adquirir o primeiro exemplar, fiquei muito triste de saber que não tem como. Vi que muitos assinantes tocaram nesse mesmo ponto, acho que a Intrínseca poderia abrir a venda dos exemplares deste ano (outubro, novembro e dezembro), como um presente de natal para os assinantes que por algum motivo não conseguiram comprar, deixo aqui a dica, tenho certeza que muitas pessoas, me incluo aí, ficariam muito felizes. 😀
    Fora isso só tenho elogios a tecer sobre esse clube maravilhoso!!

  2. Gostaria muito de adquirir a primeira caixinha, a exemplo de vários outros leitores/assinantes que a perderam. Vocês pretendem lançar a opção de kits passados como acontece em outros clubes de leitura?

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